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Instituto Superior Politécnico de Cabinda clama por laboratórios

A exiguidade de laboratórios para as aulas práticas e o não pagamento dos subsídios de formação, de pesquisa e de apresentação de tese constam entre os principais transtornos no Instituto Superior Politécnico de Cabinda, instituição afecta a Faculdade de Medicina da Universidade 11 de Novembro.

A instituição, de acordo com a sua directora, Justina Buta Banganga, que falava à imprensa no final de uma visita do governador provincial, conta apenas com quatro laboratórios para os quatro cursos práticos e necessita ainda de um hospital universitário.

Justina Banganga apontou ainda a necessidade da criação de condições de alojamento para os docentes cubanos e meios de transportes.

Por seu turno, o governador de Cabinda, Eugénio Laborinho, pediu a colaboração da direcção do instituto, dos docentes e estudantes para a materialização da sua estratégia de governação, que visa melhorar as condições de saúde das populações.

Sobre as principais dificuldades que lhe foram apresentadas, o governador não fez promessas, mas afirmou que o governo fará tudo para ultrapassar algumas que estiver ao seu alcance, por forma a melhorar a qualidade do ensino e aprendizagem no Instituto Superior Politécnico de Cabinda.

O Instituto Superior Politécnico de Cabinda foi criado em 2011, com um curso de enfermagem e actualmente conta com quatro cursos: Enfermagem, Psicologia Clínica, Analises Clínicas e Engenharia Florestal.

Conta com um universo de 1.293 estudantes, 74 docentes dos quais 46 estrangeiros de nacionalidade cubana e 28 nacionais. Conta com um suporte de 58 funcionários não docentes.

Em termo de infra-estruturas tem 12 salas de aula, quatro laboratórios, uma biblioteca, uma clínica escola, uma sala de serviços intensivos, enfermagem e primeiros socorros.

08.06.2018|Lusa