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Ponte Imortal

10 pontes que ninguém quer atravessar

Publicado dia 30 de Maio de 2013 Voltar à página de Curiosidades

Algumas das estruturas dessa lista são consideradas as pontes mais perigosas do mundo. Outras possuem vistas magníficas – mas é necessária muita coragem para chegar perto delas. Mas todas têm algo em comum: causam arrepios e hesitações até mesmo na menos medrosa de todas as pessoas. Confira esta lista elaborada pelo site Oddee.

 

 

Ponte Natural de Bryce Canyon (EUA)

A Ponte Natural, atração popular do parque nacional americano Bryce Canyon, não é na verdade uma ponte. A sua nomeação causou um alvoroço entre os geólogos porque, mesmo que a estrutura natural pareça uma ponte, é na verdade um arco.

 

 

Ponte sobre o rio Vitim (Sibéria)

A ponte é feita de madeira e não está em boa condição. É larga o suficiente apenas para um carro, mas tem 570 metros, por isso são precisos bons 3 minutos para atravessá-la – se você for um piloto qualificado. 

 

Se não tem tanta habilidade, pode ter de enfrentar uma queda de 15 metros no rio Vitim, que não é nada divertida: como a ponte está na Sibéria, a região torna-se brutalmente fria na maior parte do ano, com temperaturas muito abaixo de zero e coberta de neve e gelo. É usada pelos habitantes locais por ser a única forma de atravessar o rio.

 

Ponte suspensa de Hussaini (Paquistão)

 

Conhecida como a ponte mais perigosa do mundo, a Ponte Suspensa de Hussaini é apenas uma das muitas pontes de corda precárias do norte do Paquistão. 

A viagem naquela região é muito difícil e inclui pontes frágeis que atravessam montanhas, córregos e rios. Entre elas está a Hussaini, cruzando o lago Borit. Esta ponte de corda é longa e mal conservada. 

 

Faltam muitas tábuas e os ventos fortes abalam muito a ponte. Apesar do seu aspecto perigoso, a Hussaini é uma ponte relativamente segura e tem-se tornado uma atracção turística, com curiosos a testar os seus nervos enquanto tentam atravessá-la.

 

 

Ponte de Ojuela (México)

 

A ponte de Ojuela fica a noroeste da cidade de Durango, no norte do México.  A cidade é hoje conhecida como uma cidade fantasma, por causa do minério esgotado.  A única estrutura sobrevivente e funcional é uma ponte suspensa, conhecida como “Puente de Ojuela” pelos moradores. 

 

A ponte original foi projetada pelos famosos irmãos Roebling, que também desenharam a ponte do Brooklyn, EUA. Na época da construção, Ojuela era a terceira maior ponte suspensa do mundo. Foi reconstruída recentemente pela empresa Peñoles, e a original foi demolida. Apenas os arcos principais estão em exposição.

 

 

Ponte Suspensa Pulau Langkawi (Malásia)

O céu estende-se em torno da ponte desfiladeiro em Pulau Langkawi, que é a maior ilha do arquipélago de Langkawi, na Malásia.  É suspensa a 687 metros acima do nível do mar, oferecendo vistas magníficas sobre o Mar de Andamão e a ilha Tarutao da Tailândia. 

 

A vista da ponte é de tirar o fôlego – as suas curvas oferecem diferentes perspectivas das paisagens. Ela é uma das pontes mais espetaculares do mundo. Tem um único cabo suspenso por apenas uma coluna de apoio. Esta coluna de 95 metros é mantida por 8 cabos de balanceamento de carga. 

A ponte tem 125 metros de comprimento e 1,83 metros de largura. 

 

 

Ponte de corda inca (Império Inca, Peru)

 

As pontes de corda incas eram pontes de suspensão simples sobre cânions e desfiladeiros que forneciam acesso para o Império Inca. Pontes desse tipo eram adequadas, pois os incas não usavam transporte sobre rodas. Elas eram usadas com frequência para entrega de mensagens. 

 

Os incas usavam fibras naturais encontradas na vegetação local para construi-las. Essas fibras eram tecidas em conjunto a uma corda suficientemente forte e eram reforçadas com um piso de madeira. Cada lado era então ligado a um par de âncoras de pedra, e diversos cabos. Os cabos que sustentavam o caminho eram reforçados com galhos entrançados.

 

Esse sistema era forte o suficiente para levar até os espanhóis com cavalos depois que eles chegaram. No entanto, as pontes enormes eram tão pesadas que tendiam a cair no meio, e isso fazia com que balançassem com ventos fortes. Parte da força e da fiabilidade da ponte vem do fato de que cada cabo era substituído a cada ano pelos moradores locais. Em alguns casos, os camponeses locais tinham a única missão de manter e reparar as pontes. A maior ponte desse tipo residia na garganta Apurimac, ao longo da principal estrada norte de Cuzco.

 

 

Ponte real do desfiladeiro (EUA)

 

A ponte é uma atracão turística perto de Canon City, Colorado, dentro de um parque temático. A ponte está 291 metros acima do rio Arkansas, e deteve o recorde de maior ponte do mundo de 1929 até 2003, quando foi superada pela ponte sobre o rio Beipanjiang, na China. 

 

É uma ponte pênsil com um vão principal de 286 metros. Tem 384 metros de comprimento e 5,5 metros de largura, com uma passarela de madeira com 1.292 tábuas. Está suspensa a partir de torres que estão a 46 metros de altura.

 

 

Ponte de Carrick-a-Rede (Irlanda)

 

Carrick-a-Rede é uma ponte de corda suspensa perto de Ballintoy, Irlanda do Norte. A ponte liga o continente à ilha minúscula Carrick. 

Tem um alcance de 20 metros e fica 30 metros acima das rochas. 

 

Hoje, a ponte é principalmente uma atracção turística, recebendo 247.000 visitantes em 2009. Quando está muito vento, atravessá-la é uma experiência (terrível se tiver medo de altura) emocionante.

 

 

Ponte Imortal (China)

 

O Monte Tai, na província Shandon, tem significado cultural e religioso há milhares de anos. É uma das cinco montanhas sagradas da China e está associada com os fenómenos de nascimento e renascimento. 

 

Essa ponte é composta por três pedras enormes e várias pequenas. Debaixo dela há um vale, e ao sul um abismo. Ninguém sabe ao certo como essas enormes rochas foram parar ali, mas é bastante provável que estejam assim desde a última idade do gelo.

 

 

A velha ponte de Konitsa (Grécia)

 

Essa ponte centenária está em cima do rio Aoos, na Grécia, que fica cheio no inverno. Se olhar cuidadosamente para o meio da ponte, verá um pequeno sino. Os moradores locais dizem que quando há vento suficiente para fazer o sino soar, é perigoso demais atravessar a ponte

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